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Showing posts from October, 2024

INKSCAPE

 

STOPMOTION - STORYBOARD 2

https://youtu.be/r7VBZDJHhK4 Mariana Costa Eveli Gomes Victor Hugo 

STORYBOARD

  Mariana Costa Victor Hugo Eveli Gomes

ANÁLISE TEXTOS

NOSSO PROGRAMA          O primeiro texto lido na última aula traz à tona diversos conceitos, dentre eles, a imagem programática, finalística e causalística.  A primeira Flusser descreve como "extrapolação ingênuas de situação concreta", aponta a segunda como uma imagem predestinada e a terceira como uma imagem a-política, a-ética e mecanicista, excluindo, em seus extremos, a possibilidade de liberdade. O autor diferencia essas três concepções em variados âmbitos do estudo humano, como a cosmologia, antropologia e etologia; após essa diferenciação, chega a uma conclusão, de que "se estendermos a imagem programática a outros campos, verificaremos em toda parte que os modelos todos são da mesma espécie", essa espécie citada são os programas, no qual o acaso vira uma necessidade (algo já apontado em sua obra "A Filosofia da Caixa Preta"). E, de acordo com o autor, para vencermos o paradoxo da liberdade-programa, é preciso assumir o absurdo, visto que "a v...

CAIXA PRETA - CAPS 7, 8 e 9

 Os últimos capítulos da obra de Flusser finalizam o livro englobando um resumo do que se foi falado ao decorrer de sua extensão. De início, o capítulo 7 traz ao leitor a noção de que, hoje em dia, qualquer pessoa pode ter um aparelho fotográfico, e assim usufruir de suas programações sem mesmo entender o que se passa por dentro dele e conclui que "quanto mais houver gente fotografando, tanto mais difícil se tornará o deciframento de fotografias, já que todos acreditam saber fazê-las"; além disso, ao decorrer da sétima parte da obra, o autor nos faz perceber que houve uma inversão da relação texto-imagem, visto que, atualmente, a fotografia não está mais em função do texto, mas sim o texto em função da fotografia, a fotografia se tornou mais importante para os olhos humanos. No oitavo capítulo, o filósofo comenta que "o 'progresso' se tornou ordinário e costumeiro", já que não é mais comum rever as mesmas coisas em lugares iguais todos os dias, o mundo está ...

DESENHO OBSERVAÇÃO

 

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CAIXA PRETA - CAPS 4, 5 e 6

   O quarto capítulo do livro se inicia com a noção de que o tempo e espaço estão sincronizados de certa maneira na qual ambos podem sofrer permutação, contudo, não podemos nos considerar presos à ideia de espaço-tempo como algo fixo, principalmente quando, na fotografia, a mudança constante desses dois conceitos permite ocorrer a diferenciação, e assim, por mais que a base seja semelhante, nenhuma foto é idêntica a outra, como expresso na citação "Fotografias são imagens de conceitos, são conceitos transcodificados em cena". Além disso, ainda na 4º parte da obra, o filósofo compara as ações do fotógrafo junto do seu aparelho com as de um caçador que procura sua presa, visto que, uma hora, o fotógrafo e seu aparelho se unem numa "unidade funcional inseparável" em busca da melhor cena possível. Ainda é possível notar a mesma linhagem de pensamento sendo seguida ao iniciar o 5º capítulo, que as fotografias são, no fundo, cenas capturadas, e que antes de virarem fotogr...

PHOTOPEA - IMAGEM SÍNTESE

Mariana Costa Eduardo Bresolini Cássio Farinelli Iara Azevedo  Júlia Oliveira  Camila Santiago  Ana Carolina   

CAIXA PRETA - CAPS 1, 2 e 3

 Os primeiros 3 capítulos do livro "Caixa preta" introduzem a ideia de que o homem, na maioria das vezes, se faz de refém das suas próprias criações, e cita de exemplo as imagens, desde figurativas até às técnicas, e, a partir disso, demonstra o quanto, mesmo tentando, o ser humano não consegue concretizar seus modos de expressão. É possível notar a falha na concretização da expressividade humana pelos trechos "Ao inventar a escrita, o homem se afastou ainda mais do mundo concreto" e "A aparente objetividade das imagens técnicas é ilusória, pois na realidade são tão simbólicas como todas as imagens". Seguindo a leitura do livro, após citar a invenção da escrita e das expectativas ilusórias sobre ela, vemos que essa nova tecnologia é divide a sociedade ocidental em 3 grupos: os que acessam a imaginação marginalizada pela sociedade, o pensamento conceitual hermético e o pensamento conceitual barato. E, por a sociedade estar dividida, surgem as imagens técnic...

CRÍTICA - MARIA EDUARDA GARCIA FIRMINO

A proposta é interessante, mas pouco explorada. O enquadramento foca muito a escuridão, não necessariamente gerada pelo aspecto sombra/luz, ao invés de focar no sombreamento pelas texturas da folha. Além disso, o sombreado que se forma no papel está muito linear, caso a composição fosse melhor explorada, seria possível ver mais tonalidades e formatos de sombras, e isso deixa a fotografia vazia, visto as possibilidades que a proposta traz.

Foto luz e sombra - 2° versão

Foto luz e sombra