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CAIXA PRETA - CAPS 7, 8 e 9

 Os últimos capítulos da obra de Flusser finalizam o livro englobando um resumo do que se foi falado ao decorrer de sua extensão. De início, o capítulo 7 traz ao leitor a noção de que, hoje em dia, qualquer pessoa pode ter um aparelho fotográfico, e assim usufruir de suas programações sem mesmo entender o que se passa por dentro dele e conclui que "quanto mais houver gente fotografando, tanto mais difícil se tornará o deciframento de fotografias, já que todos acreditam saber fazê-las"; além disso, ao decorrer da sétima parte da obra, o autor nos faz perceber que houve uma inversão da relação texto-imagem, visto que, atualmente, a fotografia não está mais em função do texto, mas sim o texto em função da fotografia, a fotografia se tornou mais importante para os olhos humanos. No oitavo capítulo, o filósofo comenta que "o 'progresso' se tornou ordinário e costumeiro", já que não é mais comum rever as mesmas coisas em lugares iguais todos os dias, o mundo está em constante mudança, e as imagens tornam essa mudança mais evidente; com tanta evolução, vemos que há, também, a robotização da vida, Flusser cita exemplos como a dança, teatro, imagens e até artigos científicos; essa robotização, como anteriormente citada, é majoritariamente causada pela automatização dos aparelhos, e, com isso, a desumanização do ser humano. Por fim, o capítulo 9 continua sua crítica aos aparelhos, ou melhor, ao uso dos aparelhos pelos homens, que se deixam levar por sua automaticidade e se excluem como fator ativo e livre; e para finalizar traz à tona a pergunta "onde está o espaço para a liberdade", e logo em seguida a responde, a liberdade é contrariar o aparelho, jogar contra ele; a filosofia da fotografia aponta a liberdade: "No momento em que a fotografia passa a ser modelo de pensamento, muda a própria estrutura da existência, do mundo e da sociedade".

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