O texto se inicia com uma referenciação de Gullar entre o cubismo, movimento artístico da era moderna, e a quebra artística, o autor evidencia o artista Mondrian, cubista de destaque na época, e comenta como esse estilo começou o rompimento da arte que na época era mais renomada, pois fugia do realismo, brincando com formas e o abstracionismo. Após essa introdução, Ferreira traz a tona o conceito do não-objeto, que, por sua vez, não deve ser confundido com um antiobjeto, pois sua junção sensorial e material não forma um objeto, mesmo podendo, em algumas ocasiões, ter seu formato parecido com o de um objeto. O que é apresentado pelo escritor é a particularidade sobre esse novo termo, o não-objeto deve ser remetido a si próprio, ser entendido em sua própria forma, e sem a intenção de aplicar sobre ele uma regra ou um entendimento concreto do que significa. O não objeto é considerado não acabado pela natureza, ele interage com o observador, e este se vê numa posição contemplativa e aditiva em relação à forma. Desse modo, entendo o não-objeto como uma forma incompleta livre de significados, que traz uma interação com quem a observa.
PERFORMANCE Mariana Costa Eveli Gomes Victor Hugo Théo Bizarri Francisco Ruiz Marina Almeida Anna Luiza Fernandes
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